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Patentes atribuídas a Portugal triplicam desde 2014

Investigadores do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, em Braga, a entidade portuguesa que mais patentes pediu em 2017. É aqui que vai ficar o novo centro

Rui Duarte Silva

A investigação de organismos e empresas nacionais ainda pesa pouco no contexto internacional, mas os avanços são seguros. Em 2017, o número de patentes atribuídas pelo Instituto Europeu de Patentes (IEP) manteve a trajetória de subida face a anos anteriores

O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, em Braga (INL, na sigla em língua inglesa), é a entidade portuguesa que durante o ano passado mais patentes solicitou (oito) ao Instituto Europeu de Patentes (IEP).

Trata-se de um indicador seguro da forma como aquele laboratório desenvolve e quer proteger a sua investigação, que neste caso aposta no fabrico de sensores e de células solares e baterias. Já quanto a patentes atribuídas, em 2017, o INL viu ser-lhe concedida uma (ver entrevista no final deste texto).

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