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Gustavo Entrala, criador do Twitter do Papa: “Os algoritmos não têm critério moral para julgar”

TIAGO MIRANDA

Em entrevista ao Expresso, Gustavo Entrala fala dos desafios que as redes sociais e a sua utilização colocam. Considerando que “talvez tenhamos contribuído para criar um monstro”, defende que o Facebook e o Google “devem pagar os conteúdos de qualidade que difundem, pois se não o fizerem o jornalismo desaparece”

“Duas pessoas muito abertas à novidade.” É desta forma que Gustavo Entrala descreve o Papa Francisco e o seu antecessor, Bento XVI, que assessorou na entrada nas redes sociais em 2012. Ambos encaram a internet como o sexto continente e veem como natural a presença da Igreja Católica nessa dimensão, explicou Gustavo Entrala num encontro sobre tendências nas redes sociais realizado esta sexta-feira no Colégio Universitário de Montes Claros, em Lisboa.
Para este especialista em comunicação, o Google e o Facebook são serviços de utilidade pública como a água, a eletricidade e o telefone. “Não são meras plataformas, não são neutros, e por isso têm que ser regulados”, salientou.

Quanto à realidade e ao uso que fazemos das redes sociais atualmente, Entrala considera positivo constatar que “talvez tenhamos contribuído para criar um monstro”. Um ponto de partida para reflexão e novas direções na forma como as pessoas se relacionam com a internet.

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