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Presidente da RTP: “Aposta em séries é uma boa estratégia, mas deve ser afinada”

Gonçalo Reis falou com o Expresso no seu escritório na sede da RTP no dia em que o CGI confirmou ter aceitado a escolha de Hugo Figueiredo para substituir Nuno Artur Silva como administrador com o pelouro dos conteúdos para os próximos três anos

TIAGO MIRANDA

A polémica em torno da não recondução de Nuno Artur Silva, os motivos que levaram à escolha de Hugo Figueiredo para o substituir, o balanço do seu primeiro mandato à frente da RTP e algumas pistas para o próximo triénio são alguns dos temas abordados na entrevista a Gonçalo Reis que será publicada na íntegra este sábado no Expresso e que antecipamos parcialmente nesta edição

“A estratégia das séries precisa de melhor execução.” É desta forma que Gonçalo Reis aborda o futuro de um dos pilares da política de produção de ficção nacional e de estímulo à produção independente, que marcou o primeiro triénio da sua presidência na RTP. Reconduzido no cargo pelo conselho geral independente da RTP, aceitou falar com o Expresso para abordar a polémica em torno da não recondução do administrador com o pelouro dos conteúdos e levantar a ponta do véu sobre o próximo mandato.

Na entrevista que será publicada este sábado na íntegra, Gonçalo Reis mantém a ideia de que a aposta na produção de séries “faz sentido”, por abrir espaço a “algo que não estava a ser feito em Portugal”, que “é tendência em todo o mundo” e que permite “aproximar a televisão e o cinema”. Mas, assume, o balanço dos últimos três anos torna evidente que há espaço para melhorar.

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