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Governo manda fechar fábrica suspeita de poluir o Tejo

Printscreen do site da empresa Fabrióleo F

d.r.

A fábrica de óleos vegetais Fabrióleo, localizada em Torres Novas, soma processos de contraordenação ambiental por descargas ilegais para um dos afluentes do Tejo. Teve agora ordem de encerramento por não ter licença legal de laboração. Mas nada tem a ver com o manto de espuma identificado na semana passada no açude de Abrantes, a montante

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

A Ribeira da Boa Água deixou há muito de fazer jus ao nome. Tem sido para este curso de água − afluente do rio Almonda, que desagua no Tejo − que a fábrica de óleos vegetais Fabrióleo descarregou ilegalmente os seus esgotos ao longo de anos.

Depois de várias ordens de suspensão, a última das quais acabou anulada em tribunal em outubro, chega agora uma ordem de encerramento de exploração industrial, avança ao Expresso fonte oficial do Ministério do Ambiente. Assim determinou a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), por considerar que a empresa, localizada em Torres Novas, “não reúne condições para continuar a laborar”, tendo em conta que “mantém condutas lesivas do Ambiente” assim como “a ausência de título de utilização” das suas instalações.

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