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Operação Fizz. Como o Hotel Trópico e o Hotel Ritz entraram em cena no caso Manuel Vicente

d.r.

Operação Fizz. Como o Hotel Trópico e o Hotel Ritz entraram em cena no caso Manuel Vicente

No arranque da segunda semana de julgamento da Operação Fizz, no Campus da Justiça, em Lisboa, o dia ficou marcado logo de manhã por uma nota divulgada às redações pelo banqueiro angolano Carlos Silva — um nome que foi abundantemente citado ao longo de toda a semana passada por Orlando Figueira, o ex-procurador do Departamento Central de Investigação e Ação (DCIAP) que está acusado de ter sido corrompido com 760 mil euros a troco de ter arquivado um inquérito-crime contra o ex-vice-presidente de Angola, Manuel Vicente (e que era ainda CEO da petrolífera estatal Sonangol à época dos factos).

Figueira tem insistido perante o coletivo de juízes que esses 760 mil euros — relativos a 130 mil euros de um crédito à habitação e a 630 mil euros justificados com um contrato de trabalho — têm na origem Carlos Silva e não Manuel Vicente, embora seja este que esteja acusado de corrupção ativa.

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  • Fizz – O mau da fita é outro

    Eu tento ser uma pessoa simples, daquelas que não entendem bem a subtileza da política, como afirma Marques Mendes. E dentro desta minha condição um pouco básica, não percebo inteiramente as notícias do processo Fizz, que atinge um procurador e um ex-vice-Presidente de Angola. Menos ainda sei se os factos aportados para o processo são ou não verdadeiros