Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Como a Gucci faz “engenharias fiscais” através da Europa

Marco Bizzarri

getty

A marca italiana de artigos de luxo pagou ao presidente e ao diretor criativo num país diferente daquele onde a empresa está sedeada, poupando assim milhões de euros em impostos

Texto Yann Philippin (Mediapart), Vittorio Malagutti (L’Espresso) e Jürgen Dahlkamp (Der Spiegel), EIC (European Investigative Collaborations)

Em 2014, a Gucci era a grande “diva” do mercado de artigos de luxo. Fundada há quase um século, a marca florentina era distinta e respeitada, mas faltava-lhe uma visão capaz de seduzir os ‘millennials’ com apetite por alta-costura.

Assim, a Kering, a marca francesa proprietária da Gucci, promoveu o italiano Marco Bizzarri, o chefe da sua marca Bottega Veneta, especializada em acessórios de couro, para lançar uma nova Gucci que atraísse membros da geração Snapchat que tenham pilhas de dinheiro.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)