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Pacote do PS sobre transparência “não é populismo”, é “ir ao encontro das preocupações populares”

O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares tem cada vez mais trabalho com a geringonça mas perdeu o seu grande gabinete que se transformou em sala de reuniões das esquerdas

António Pedro Ferreira

Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, garante que o Governo “não se imiscuiu” nas propostas do grupo parlamentar, mas assume que “pessoalmente” vê “com bons olhos as propostas” que geraram polémica dentro da própria bancada do PS

Adriano Nobre

Adriano Nobre

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Jornalista

Helena Pereira

Helena Pereira

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Editora de Política

António Pedro Ferreira

António Pedro Ferreira

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Fotojornalista

“Não”, não é populismo. Quando muito é uma proposta que “vai ao encontro daquilo que são as preocupações populares”. E o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, assume que “pessoalmente” concorda com as propostas no sentido de aumentar o escrutínio sobre os deputados e a transparência sobre o exercício de cargos públicos.

Em entrevista ao Expresso – que será publicada na íntegra na edição deste sábado –, Pedro Nuno Santos diz, por isso, não partilhar das críticas que foram recentemente feitas ao pacote legislativo proposto pelo grupo parlamentar do PS, “com absoluta autonomia” e no qual “o Governo não se imiscuiu”.

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