Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Parecer do Ministério Público abre espaço para greve que a TAP considera ilegal

Luís Barra

Licença parental, horas de amamentação e trabalho à noite na base da discórdia entre tripulantes e a empresa. Está marcada uma greve para fevereiro que a TAP considera ilegal. Companhia aérea tinha vencido nos tribunais em novembro, mas novo parecer admite que os trabalhadores podem ter razão

Margarida Fiúza

Margarida Fiúza

texto

Jornalista

Luís Barra

Luís Barra

fotos

Fotojornalista

Na semana passada, no momento em que o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, afirmou que a greve de tripulantes de cabine de 9 a 11 de fevereiro “é ilegal”, considerando que os fundamentos apresentados pelos trabalhadores da companhia aérea “são falsos”, os tripulantes de cabine da TAP receberam um parecer do Ministério Público que se pronuncia parcialmente favorável aos argumentos dos trabalhadores.

A primeira decisão na justiça, em novembro de 2017, tinha dado razão à TAP, mas os tripulantes recorreram e, agora, de acordo com informações a que o Expresso teve acesso, um parecer do Ministério Público admite a “possibilidade séria da existência do direito invocado” pelos tripulantes e que “nada permite desde já excluir que a manutenção em vigor das normas em causa não seja passível de produzir lesão grave e de difícil reparação aos direitos dos trabalhadores”, emitindo assim um parecer no sentido da “revogação da decisão recorrida”.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)