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O condutor português a fugir do labirinto

Foto Gonçalo Rosa da Silva

Os automobilistas portugueses conhecem-se agora melhor a si próprios. Gostariam de combinar mais o carro com o transporte coletivo, mas as falhas e as faltas deste continuam a deixá-lo cativo da sua viatura particular

43% dos automobilistas portugueses nunca foram mandados parar pela polícia; 19% já adormeceram ao volante, ainda que por instantes; e 28% já tiveram familiares ou amigos gravemente feridos ou mortos em acidentes de automóvel. Estas são algumas das conclusões do primeiro grande estudo aos condutores portugueses, apresentado na manhã desta terça-feira, em Lisboa, sob a égide do Observatório ACP (o centro de estudos e de debates do Automóvel Club de Portugal que agora apresenta o seu primeiro documento).

O trabalho, com coordenação científica de Fernando Nunes da Silva — professor catedrático do Instituto Superior Técnico (IST), de Lisboa, e especialista em mobilidade e transportes — dá um perfil do condutor português. O ponto de partida mostra que o automóvel particular ainda é o grande meio de transporte nos percursos diários para o local de trabalho.

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