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Na pista do Cristóvão Colombo português: cientistas abrem túmulo para estudar ADN de possível primo do navegador

Eugénia Cunha, especialista em antropologia forense da Universidade de Coimbra: “Os ossos estão bem conservados e por isso vamos certamente encontrar ADN em condições de ser extraído do fémur e dos dentes”

José Caria

Investigadores portugueses vão comparar ADN de António de Ataíde, cujas ossadas estão guardadas há mais de 450 anos na Quinta de Santo António, perto de Vila Franca de Xira, com o ADN de Hernando Colon, filho de Colombo. Tudo porque defendem a tese de que o seu primo Pedro de Ataíde, enterrado em local desconhecido, adotou o nome de Cristóvão Colombo

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

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Redator Principal

José Caria

José Caria

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Fotojornalista

A empilhadora levanta lentamente a tampa do túmulo localizado junto à parede esquerda da nave da igreja da Quinta de Santo António da Castanheira, perto de Vila Franca de Xira, a cerca de 30 km de Lisboa. Por cima do túmulo lê-se numa placa de mármore uma inscrição que começa por “António de Ataíde primo comitide Castanheira...”, isto é, António de Ataíde, primeiro conde de Castanheira.

A tampa branca de pedra é pousada com cuidado no chão pelo operador da empilhadora do Departamento de Engenharia Civil do Instituto Superior Técnico (IST) de Lisboa, sendo colocada sobre vigas, perante o olhar atento e curioso de umas 30 pessoas. Veem-se vários professores catedráticos do IST, os proprietários da quinta e alguns familiares, técnicos da Direção-geral do Património Cultural, uma equipa de repórteres da TVE (Espanha). E a equipa do Expresso.

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