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Portugueses em Moçambique receosos mas não alarmados após assassínios brutais de duas portuguesas

d.r.

Os assassínios recentes de duas portuguesas em Moçambique não alarmaram a comunidade. Portugueses não querem voltar, mas têm receio

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Os casos de assassínio da jovem Inês Bota e da empresária Laura da Silva Pereira, nos últimos dias de 2017, não alarmaram a comunidade portuguesa no centro de Moçambique, onde se verificaram as duas mortes. Fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros indicam que não houve qualquer contacto de portugueses a manifestar vontade de sair ou a reclamar cuidados especiais.

As mortes brutais das duas mulheres se não acarretaram pânico, não deixam de renovar os receios de quem lá vive. Mas a situação não deve ser de molde a sossegar as autoridades. A segurança é crucial para novos projetos em curso no norte do país e que podem vir a envolver deslocação de expatriados. A questão terá mesmo sido discutida ao mais alto nível do Governo moçambicano e das empresas interessadas.

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