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Diplomatas: um novo ano com tarefas para todos os gostos

O ministro dos Negócios Estrangeiros identificou desafios e oportunidades da política externa e elencou as tarefas para 2018

Foto NUNO FOX/LUSA

O ministro dos Negócios Estrangeiros definiu as prioridades da política externa para 2018 aos diplomatas portugueses, no tradicional Seminário Diplomático. As tarefas são muitas para a diplomacia nos quatro cantos do mundo

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Era costume definir as linhas mestras da política externa numa espécie de quadrilátero, em que cada lado representa, respetivamente a construção Europeia, o elo transatlântico, os países de língua oficial portuguesa e CPLP e as comunidades portuguesas no estrangeiro. Hoje, o ministro Santos Silva acrescentou mais dois e transformou o quadrilátero num hexágono: a internacionalização e o multilateralismo.

Para cada destas vertentes, Santos Silva apontou características, desafios e oportunidades aos diplomatas presentes no auditório da Fundação Oriente. Trabalho haverá muito e tarefas nem se fala, ao ponto de não se perceber qual é a prioridade. Ou prioridades. Mas vamos por partes.

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