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“Isto é a voz das pessoas desesperadas, não é a voz dos partidos políticos ou dos intelectuais”

reuters

Primeiro era o aumento do preço dos ovos e da carne de aves e depois já era a corrupção e o acordo nuclear e a participação do país em guerras que não são suas. Pessoas “desesperadas” a quem foi negada “voz” ao longo dos últimos anos manifestam-se há seis dias no Irão para “mostrar que existem e que têm direitos”, diz um analista iraniano com quem falámos. A repressão dos protestos fez já 20 mortos

Helena Bento

Helena Bento

Jornalista

Tudo começou com uma manifestação por causa do aumento do preço de alguns alimentos, como ovos e carne de aves, numa cidade no nordeste iraniano, Mashad, mas rapidamente foi pedida em praça pública a cabeça do atual Presidente do país, Mahmoud Rouhani. Nos últimos seis dias morreram pelo menos 20 pessoas.

Saaed Barzin, analista iraniano e autor de livros como “Islam in defence of constitutionalism & democracy: a political biography of Iranian ideologue Mehdi Bazargan”, ajuda-nos a entender os recentes protestos no Irão, que começaram quando “ninguém estava à espera”.

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