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Ex-presidente da Raríssimas: “O meu ordenado era justo” e “vinha de todo o lado”

Associação Raríssimas criou modelo empresarial para “justificar” salário da ex-presidente

Paula Brito e Costa tem uma justificação para o facto de ter recebido um ordenado-base de 3 mil euros enquanto dirigente da associação de apoio a pessoas com doenças raras, a Raríssimas. Cargo que abandonou esta terça-feira, depois de ter sido acusada de usar dinheiro da instituição em proveito próprio, depois de uma reportagem da TVI. Além do salário, a ex-presidente recebia ainda ajudas de custo e de deslocação.

Um diploma aprovado em Conselho de Ministros, em 2014, define que os dirigentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) não possam receber mais de 1.685,28 euros mensais.

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