Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Alunos em protesto, polícia à porta, eleições anuladas: o que se passa na Faculdade de Direito de Lisboa?

A Faculdade de Direito de Lisboa foi encerrada a cadeado esta manhã e reaberta horas depois com a intervenção da polícia

MIGUEL A. LOPES

Os estudantes contestam os métodos de avaliação, mas o diretor, Pedro Romano Martinez, acredita que há outros motivos na origem dos protestos, como o processo de eleição em curso para os órgãos da faculdade e para a nova direção

Foi uma terça-feira de manhã agitada à porta da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), com alguns estudantes a encerrarem a escola a cadeado e a polícia, entretanto chamada, a retirar à força alguns dos alunos que continuavam a impedir a passagem. A faculdade acabou por ser reaberta e retomar o seu funcionamento normal. Mas o episódio desta terça-feira é apenas mais um na agitação que tem marcado as últimas semanas na FDUL.

A aplicação do novo regulamento de avaliação dos alunos, aprovado em junho deste ano, tem-se traduzido em “inúmeras situações de incumprimento e desrespeito pela direção da Faculdade e pela maioria do seu corpo docente”, alega a Associação Académica da FDUL. Os alunos estão a ser avaliados “quase exclusivamente segundo o puro arbítrio dos docentes e com inúmeras incertezas quanto ao método o a que estão sujeitos”, escreve a associação num comunicado em que explica as razões do encerramento da Faculdade.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)