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“É catastrófico”

reuters

A disputada Jerusalém — cidade sagrada para judeus, muçulmanos e cristãos — volta a ser o berço de um potencial conflito de proporções míticas. Com a comunidade internacional a tentar demover Donald Trump de considerar a cidade como a capital de Israel, o Irão já avisou que “não vai tolerar” tal “violação” da parte de Washington

Depois de uma promessa eleitoral com mais de um ano e de especulações a amontoarem-se nas últimas semanas, Donald Trump anunciou ao final desta tarde que Jerusalém é a capital de Israel. Antes de o fazer, não era certo se o líder norte-americano também ia confirmar a mudança da embaixada dos EUA no Estado hebraico de Telavive para a disputada cidade — algo que prometeu fazer no “dia um” do seu governo, há mais de um ano, quando ainda era aspirante a Presidente.


Certo é que, para o mundo árabe e para os muçulmanos, não é tanto a mudança física de instalações que tem importância. Como referia ao “Washington Post” esta manhã Ilan Goldenberg, ex-funcionário da administração Obama e diretor do Programa de Segurança no Médio Oriente do Center for a New American Security: “A embaixada é pouco importante. O reconhecimento de Jerusalém como capital [israelita] é o que importa ao mundo árabe.”

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