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Bomba, colete-suicida, depois facas e gás: como estava a ser preparado o assassínio de Theresa May

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A primeira-ministra britânica ter-se-á salvo graças aos serviços de segurança, que este ano já impediram pelo menos nove ataques terroristas no país. No Reino Unido, já foram identificadas mais de 22 mil pessoas no contexto de investigações sobre terrorismo e há cerca de três mil sob vigilância

Luís M. Faria

Jornalista

Era para ser um ataque espetacular. Desde logo, pelo cenário: Downing Street, a residência oficial do chefe de governo britânico. A ideia era detonar uma bomba e, aproveitando a confusão, avançar com um colete suicida e facas, além de gás pimenta. O alvo seria a primeira ministra, Theresa May.

O ataque falhou antes sequer de ter começado, e os dois homens que alegadamente o deviam ter executado, um do norte de Londres e outro de Birmingham, compareceram esta quarta-feira em tribunal. Chamam-se Naa'imur Zakariyah Rahman, de 20 anos, e Mohammed Aqib Imran, de 21, e são acusados de planear um ato de terrorismo. Arriscam-se a ser condenados a penas bastante longas.

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