Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Depois da grande estreia em Bolsa, os momentos de amargura: os negócios dos CTT estão sob ameaça

Alberto Frias

Depois de uma estreia em grande na Bolsa de Lisboa em dezembro de 2013, os Correios atravessam momentos de amargura. Valem agora pouco mais de metade do que valiam quando foram privatizados e têm o negócio sob ameaça, nomeadamente por causa da concorrência das multinacionais de transportes de encomendas. Plano de reestruturação avança com a redução de 300 trabalhadores

Tudo corria sobre rodas quando a 5 de dezembro de 2013 os CTT se estreavam na Bolsa de Lisboa: as ações entravam à cotação de €5,9 e dispararam de imediato com a promessa de bons dividendos. Até meados de 2015 foi sempre a somar, os títulos chegaram a valer €10,64.

Quatro anos depois desde aquele dezembro de 2013, a realidade é toda outra e os Correios valem agora menos de metade do que valiam quando foi concluída a privatização a 100%. E a meio da sessão desta terça-feira as ações cotavam-se a €3,13, com uma desvalorização superior a 2%, e uma perda de 45,67% face ao início.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)