Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Michael Palin: “Ninguém tinha uma reputação a proteger. Podíamos fazer tudo”

getty

Dos seis Monty Python, era visto como o “simpático”. De passagem por Viseu, falou ao Expresso sobre o seu passado de irreverência humorística, de viajante profissional por conta da BBC e, depois, da profissão de escritor, que agora o trouxe a Portugal, onde contou porque foi atraído pelo mistério de um navio desaparecido no Ártico

Luís M. Faria

Jornalista

Michael Palin foi um dos seis membros dos Monty Python, o lendário grupo de comédia britânico. Quase todos oriundos das universidades de Oxford ou Cambridge, os Python fizeram entre 1969 e 1974 um programa na BBC onde misturavam sátira (implícita), surrealismo (visível, a começar pelas animações de Terry Gilliam que ligavam os sucessivos sketches) e erudição (nunca pesada mas segura).

Em escassos três anos e meio, o Monty Python Flying Circus revolucionou o humor no Reino Unido. O programa acabou essencialmente por decisão de outro dos participantes, John Cleese, mas Palin sugere que os outros membros também reconheceram um certo cansaço criativo, e cada um foi à sua vida.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)