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São menos mas ainda são 1,9 milhões: os pobres em Portugal

A taxa de pobreza baixou em 2016, mas ainda atinge 18,3% dos portugueses

José caria

Os indicadores de pobreza publicados esta quinta-feira pelo INE mostram que a pobreza diminuiu em 2016 e isso é um “sinal positivo” para os especialistas. Só que há muito para melhorar e duas situações “preocupantes”: há mais desempregados em risco de pobreza e continua a haver trabalhadores pobres

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

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Jornalista

José Caria

José Caria

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Fotojornalista

O retrato da pobreza em Portugal desagravou-se ligeiramente no ano passado. É isso que mostra a maioria dos indicadores estatísticos que permitem caracterizar a situação de pobreza no país e que diminuíram em relação a 2015. Só que o caminho a percorrer ainda é longo: 1,9 milhões de portugueses vivem em risco de pobreza, ou seja, 18,3% da população. “Há uma tendência geral de decréscimo, mas não é muito pronunciada, nem é ainda uma mudança estrutural”, resume o diretor do Observatório das Desigualdades, Renato Carmo.

Os números do Instituto Nacional de Estatística publicados esta quinta-feira, do Inquérito ao Rendimento e Condições de Vida, dizem respeito ao ano passado e mostram, em primeiro lugar, que a taxa de risco de pobreza baixou de 19% em 2015 para 18,3% em 2016. E essa queda foi mais intensa entre as crianças (de 22,4% para 20,7%) e entre os idosos (de 18,3% para 17%).

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