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O fim dramático de Praljak, o homem que se envenenou

Foto EPA/ROBIN VAN LONKHUIJSEN

Intelectual com três cursos, autor de livros e realizador de filmes e documentários. Além disso, criminoso de guerra. Slobodan Praljak, militar bósnio-croata, tomou veneno esta quarta-feira em pleno Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia depois de os juízes lhe terem negado o último recurso. Morreu pouco depois. Mas que fez afinal Praljak durante a guerra?

Ana França

Ana França

Jornalista

Slobodan Praljak teve um fim dramático, transmitido em direto, chocante e inédito. Como se estivesse no cenário de uma das suas produções cinematográficas, bebeu veneno poucos segundos depois de os juízes do Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia terem negado o seu recurso.

Iria ser condenado a 20 anos de prisão por crimes de guerra, mas preferiu morrer nos seus próprios termos, clemência que não mostrou aos milhares de muçulmanos perseguidos durante a guerra da Bósnia.

Praljak e outros generais lideraram uma campanha genocida contra a população muçulmana na ex-Jugoslávia, com o intuito de criar um estado bósnio-croata “etnicamente homogéneo”. Esta quarta-feira, o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia negou-lhe o recurso.

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