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Empresas familiares querem contrato com o Governo para atingir salário mínimo de mil euros

Peter Villax quer empresários e Governo a discutir o que é preciso para aumentar os salários em Portugal

Nuno Botelho

O presidente da Associação das Empresas Familiares, Peter Villax, defende um contrato entre o Governo e os empresários em que as empresas oferecem uma trajetória de melhoria dos salários por contrapartida de condições mais favoráveis aos negócios

O presidente da Associação das Empresas Familiares, Peter Villax, é taxativo: “Temos de abandonar o conceito de salário mínimo e passar a salário digno. Discutir um salário mínimo de 560 euros, 580 euros ou 600 euros não é digno. Tem de ser muito mais.”

No entanto, “não se pode pagar salários de nível alemão já amanhã. É preciso aumentar o valor acrescentado pelas empresas e o Produto Interno Bruto. Só depois de produzir é que se pode distribuir”, alerta.

Qual a solução? “Os governos e os empresários têm de discutir qual é a economia necessária em Portugal para sustentar um salário digno de mil euros”, aponta Peter Villax.

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