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Só falta uma assinatura para terminar o processo por plágio a Tony Carreira

Tiago Miranda

O desfecho, se for ratificado formalmente pelo queixoso, corresponde à vontade do cantor de entregar dinheiro a associações de beneficência, mas não ao autor da queixa original

Luís M. Faria

Jornalista

À primeira vista, Tony Carreira ganhou. Tinha dito que aceitaria fazer uma contribuição para associações de beneficência mas não aceitaria pagar nada à Companhia Nacional de Música, que apresentou queixa contra ele por plágio. O “princípio de acordo” anunciado esta segunda-feira consagra exatamente isso.


Proposto pela juíza de instrução e aceite pelo Ministério Público (o crime de “usurpação” é público), foi-o também pelos réus – além de Carreira, o compositor Ricardo Landum, que trabalha com ele há muito tempo. Só falta a ratificação da Companhia Nacional de Música (CNM), à qual foram dados dez dias para se pronunciar.

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