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Direita só conseguiu passar duas das 165 propostas que apresentou para mudar o OE

Marcos Borga

No dia da aprovação do Orçamento do Estado para 2018, explicamos-lhe as medidas que foram negociadas em cima da hora e em que é que isso vai mudar a sua vida. Esquerda apresentou 257 propostas de alteração, a direita 165 - das quais só duas (ambas do CDS) é que foram aprovadas

As negociações entre o Governo e os partidos que o apoiam no Parlamento foram longas, mas isso não impediu que, mesmo na reta final, o Orçamento voltasse a mudar – em alguns casos, de forma determinante. Só à esquerda, feitas as contas, houve 257 propostas para alterar o documento (126 do PCP, 103 do BE e 28 do PEV); e se algumas eram previsíveis e até combinadas, como a derrama do IRC ou o fim do corte de 10% no subsídio de desemprego, outras provocaram discussão até ao último minuto.

O que não mudou é fácil de explicar: o PSD, queixando-se do “rolo compressor da geringonça”, não conseguiu mudar nada – das 75 propostas que o partido apresentou, apesar de considerar que este é um Orçamento “mau” e incorrigível, nenhuma foi aprovada. Já o CDS, com 90 propostas, conseguiu ver duas delas aprovadas, sendo que uma foi particularmente surpreendente – mas já lá vamos.

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