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Submarino desaparecido. “Cada minuto é oxigénio que vale ouro”

Reuters

Com a área de busca a atingir uma dimensão igual a Espanha, o oxigénio deverá estar a chegar - ou já chegou - ao fim para os 44 tripulantes

Luís M. Faria

Jornalista

A angústia dos familiares dos 44 tripulantes do submarino ARA San Juan, que desapareceu ao largo da Argentina no passado dia 15, está a atingir o auge: está prestes a esgotar-se - ou esgotou-se já - o oxigénio no submersível. E uma notícia dada esta quinta-feira pela marinha argentina adensou-a ainda mais: às 10h31 do dia do desaparecimento houve uma explosão no submarino. Descrita como “anormal, singular, curta, violenta e não nuclear”, foi detetada por sensores americanos e agências internacionais responsáveis pela monitorização de explosões.

O San Juan tem capacidade para navegar de sete a dez dias se permanecer continuamente debaixo de água. Depois acaba-se o oxigénio. O que significa que, agora, a única esperança é que o submarino não se encontre no fundo do mar, sem propulsão nem comunicações.

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