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Família de jovem desaparecido há mais de quatro anos pondera processo contra o Urban Beach

António Pedro Santos / Lusa

João Tiago Medeiros, natural dos Açores, desapareceu em fevereiro de 2013 depois de ter sido convidado a sair da discoteca pelos seguranças. A família pondera agora abrir um processo contra o que considera ser o licenciamento irregular do espaço, encerrado pelo Ministério da Administração Interna após a filmagem de um grave episódio de violência

Marta Caires

Jornalista

A última imagem de João Tiago Medeiros foi gravada pelas câmaras de vigilância do Urban Beach, passavam alguns minutos das quatro da madrugada do dia 7 de fevereiro de 2013. O jovem açoriano, que vivia na Madeira e estava em Lisboa para uma semana de férias com os amigos de infância, foi acompanhado à saída pelos seguranças da discoteca, depois contornou um carro branco que estava estacionado e seguiu em direção ao Cais do Sodré. Nunca mais foi visto.

Quase cinco anos depois do desaparecimento, com o processo-crime suspenso até novas informações e o nome na lista de pessoas desaparecidas da Polícia Judiciária, a família estuda a possibilidade de avançar com um processo contra o Urban Beach por causa daquele que considera ser um licenciamento irregular do espaço. Pedro Medeiros, pai de João Tiago, explica ao Expresso que os documentos a que teve acesso revelam que durante alguns anos, entre 2009 e até pelo menos 2012, a discoteca terá funcionado sem licença de cedência do espaço, sem licença de construção e de funcionamento.

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