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O lapso da Assembleia Municipal de Lisboa na homenagem a Gomes Freire e aos “Mártires da Pátria”

Descendente da antiga nobreza, o militar Gomes Pereira Freire de Andrade e Castro é personagem de vários romances históricos

Militar corajoso e aventureiro, correu a Europa para batalhar onde houvesse guerra. Consta que agradou à czarina Catarina da Rússia que o distinguiu pelos serviços prestados. A forma como falava do poder vigente em Portugal ajudou os inimigos a acusarem-no de uma conjura que não foi provada. Personagem de obras literárias de diversos autores, celebra-se este ano o bicentenário da sua execução e dos mártires da liberdade que o acompanharam no trágico fim de vida

Por proposta do Bloco de Esquerda, a Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou uma homenagem em memória de Gomes Freire de Andrade e dos Mártires da Liberdade enforcados a 18 de outubro de 1817, na sequência de um julgamento cheio de irregularidades, em que “a sentença foi executada sem sequer ter sido emitida a respetiva certidão” − escreve Rodrigues Gonçalves, no livro “Gomes Freire — Um Mártir de Pátria”.

Ao aprovar a recomendação do Bloco, a AML decide [em junho último] recomendar “à Câmara Municipal de Lisboa que promova acções com vista a assinalar a efeméride dos 200 anos da execução de Gomes Freire de Andrade e dos “Mártires da Pátria” a ter lugar no dia 18 de Outubro”, como se lê ponto 4 da publicação.

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