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“Não aceitamos um apagão de nove anos, quatro meses e dois dias”: professores abrem guerra ao Governo

MANUEL DE ALMEIDA/lusa

Sindicatos contestam “apagão” de quase dez anos de tempo de serviço no processo de descongelamento das carreiras. Impacto orçamental condiciona opções do Governo. Esta quarta-feira, durante a discussão do Orçamento para a Educação, milhares de professores avançam para greve e concentram-se em frente à Assembleia da República

A não contagem dos quase dez anos de serviço durante o período em que as carreiras da Administração Pública estiveram congeladas continua a dividir sindicatos e Governo e o resultado imediato é a manutenção da greve dos professores marcada para esta quarta-feira, acompanhada de uma concentração em frente à Assembleia da República.

Os sindicatos – que quase dez anos depois voltam a juntar-se nos protestos – antecipam uma paralisação com uma adesão superior a 90%. A confirmar-se, dezenas de milhares de alunos não terão aulas. Só que os efeitos da contestação não vão ficar por aqui, num braço de ferro com desfecho imprevisível.

Se o Governo não aceitar negociar a contagem de tempo de serviço, serão aprovadas novas formas de luta, garantiu Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, antes do encontro no Ministério da Educação, convocado durante a manhã desta terça-feira e que às 18h ainda decorria.

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