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Contas dos partidos: “Há ‘absurdidades’ na lei que carecem de ser vistas com atenção”

Margarida Salema junto ao quadro em que figura na Faculdade de Direito de Lisboa

nuno botelho

Margarida Salema, ex-presidente da Entidade das Contas e Financiamento dos Partidos, considera que chegou a altura de fazer “uma ponderação” da lei sobre o financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais. Há problemas técnicos, normas sem interpretação e, sobretudo, uma experiência de trabalho de 12 anos que se tem de ter em conta

Luísa Meireles

Luísa Meireles

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Redatora Principal

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Em princípio seria simples, mas quando as questões se referem a partidos e ao seu financiamento, costumam ficar mais complicadas. Desse facto, Margarida Salema, a ex-presidente da Entidade das Contas - o órgão que fiscaliza as contas dos partidos e o seu financiamento - está bem ciente.

A jurista - atualmente de volta ao ensino - esteve quase nove anos à frente deste organismo, desde fevereiro de 2009, e ficou perita no assunto. Não é por acaso que até lhe chamaram a “ASAE dos partidos”. Deu agora a primeira entrevista desde que abandonou o cargo, a 2 de outubro passado, que o Expresso publica este sábado na sua edição em papel e que antecipa esta sexta-feira.

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