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Apenas 8 multas por queimadas num dia em que a missão era salvar vidas

Rui Duarte Silva

Autoridades ainda não fizeram o levantamento total sobre as causas dos incêndios do último dia 15, que mataram 45 pessoas. Mas havia gente a fazer queimadas um pouco por todo o país, apesar destas estarem proibidas até 30 de outubro

Salvar pessoas cercadas pelas chamas, retirar automobilistas de autoestradas envoltas pelo fumo dos incêndios, evacuar aldeias inteiras, cortar vias principais e secundárias para não haver o risco de se transformarem em estradas da morte. No último dia 15, era esta a missão principal dos efetivos da GNR que estavam em ação na zona centro do país.

Fiscalizar quem estava a fazer queimadas ou a trabalhar com máquinas de corte estava um pouco abaixo na lista de preocupações dos militares. São estes os motivos que explicam o número “atípico” de multas passadas pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da GNR, no dia em que morreram 45 portugueses, vítimas dos fogos florestais em Coimbra, Guarda, Viseu e Leiria.

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