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“Nova fase” da relação com o Governo domina visita do Presidente aos Açores

José Carlos Carvalho

No dia seguinte à moção de censura que, chumbando, relegitimou o Governo, Marcelo rumou aos Açores com a convicção de que não havia qualquer “agitação política” no continente – assim o disse à chegada a Santa Maria. Enganou-se

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

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Jornalista da secção Política

José Carlos Carvalho

José Carlos Carvalho

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Fotojornalista

“Já estava com saudades da terra”, disse Marcelo Rebelo de Sousa mal aterrou na ilha de Santa Maria, onde iniciou, esta quinta-feira à tarde, a segunda parte da visita ao arquipélago, encetada há cinco meses. Quereria retomar a viagem no ponto em que a deixara, no início de junho, quando o país ainda era outro e se julgaria inimaginável a tragédia dos incêndios que vitimou mais de 100 pessoas. Impossível.

É à luz dos acontecimentos terríveis de junho e outubro e, na sequência deles, é à luz da “nova fase” do relacionamento do Presidente com o Governo (bem espelhada na manchete do jornal Público desta quinta-feira) que se está a desenrolar esta deslocação presidencial ao arquipélago.

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