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Às voltas com o Orçamento

d.r.

Poucos invejam o papel dos ministros das Finanças. Num artigo publicado na revista de 16 de outubro de 2010 sete ex-ministros que tinham tido essa pasta revelavam ao Expresso porque é que a tarefa de pôr todas as contas públicas numa só folha de cálculo é tão espinhosa. Na altura em que está prestes a “sair” o Orçamento do Estado para 2018, republicamo-lo

Texto Ricardo Jorge Pinto

Silva Lopes passou umas noites mal passadas quando era ministro das Finanças e se apercebeu que o seu Orçamento do Estado (OE) para 1975 era o primeiro a revelar um défice desde 1928 (ano em que Salazar pegou nessa pasta, durante a Ditadura Nacional).

E só ficou um pouco mais consolado quando um grupo de especialistas em dinheiros públicos da prestigiada escola americana MIT, que ele convidara para visitar Portugal, o repreendeu por ter apresentado um défice tão baixo. “Perguntaram-me, espantados, qual era o objetivo de manter uma dívida pública tão limitada”, recordou ao Expresso o homem que chegou à pasta das Finanças em 17 de julho de 1974.

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