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Costa, mestre-de-obras em Pedrógão, ouve queixas e promessas: “O bacalhau será nas casas”

paulo novais/lusa

O primeiro-ministro fiscalizou esta quarta-feira a reconstrução de várias casas atingidas pelos fogos de junho em Pedrógão Grande. Há atrasos e burocracias mas Marcelo vai conseguir juntar-se na Consoada às famílias atingidas pelos fogos, nas suas novas habitações

Largo da Devesa, Pedrogão. O sol de outono aquece a conversa dos idosos, à sombra das carvalhas por onde correm viaturas dos militares, GNR e Exército, e dos empreiteiros. Os mesmos que faltam nas serranias onde não há mãos a medir. Faltam empreiteiros, constatou o primeiro-ministro na visita que esta tarde efetuou aos concelhos devastados pelos fogos de junho na zona de Pedrógão Grande. O dinheiro também já está a correr e autarcas e populações não regateiam sorrisos. Nem conversas sobre os fogos.

Vale Cruz, em Figueiró dos Vinhos, é uma das aldeias onde o fundo REVITA já recuperou casas. “60 já estão, faltam 90. Tens que trazer mais empreiteiros que os que cá estão não têm mãos a medir”, desabafa um sorridente primeiro-ministro para o autarca de Figueiró dos Vinhos.

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