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O que falta Costa fazer para não chumbar com Marcelo

O Presidente da República fez várias exigências a Costa na declaração ao país na terça-feira. PM já começou a cumprir a lista

Foto Marcos Borga

Já deixou cair a ministra. Já pediu desculpa aos portugueses. Mas falta provar (com atos e não só palavras) que a floresta é uma prioridade, que o Orçamento de Estado não pensa só nos funcionários públicos e no défice e que inclui verbas para esta nova causa, e que se vai tentar “uma convergência alargada” para fazer “as reformas inadiáveis”. Escapar à moção de censura do CDS é fácil. A oportunidade de ser humilde na hora certa já passou. O mais difícil está por fazer

António Costa foi rápido a cumprir duas das exigências que Marcelo Rebelo de Sousa lhe atirou para a mesa na terça-feira à noite. Depois de meses a resistir, o primeiro-ministro aceitou a demissão que a ministra da Administração Interna confessou ter-lhe pedido “incessantemente” desde Pedrógão e que Costa classificou, ainda no passado fim de semana, de “infantil”.

E esta quarta-feira, no primeiro debate quinzenal depois da tragédia dos últimos dias, o chefe do Governo pediu, finalmente, “desculpa” aos portugueses. Num caso e noutro, o primeiro-ministro agiu sob pressão e a pedido do Presidente da República. Mas a lista de exigências deixadas por Marcelo Rebelo de Sousa não acaba aqui.

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