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Martin Cooper, inventor do telemóvel: “Não gosto de robôs. Se não tivermos cuidado, em breve os robôs seremos nós”

Aos 89 anos, Martin Cooper, sorri satisfeito quando o intitulam pai do telemóvel, mesmo não sendo viciado no aparelho que mudou o mundo - “para melhor, desde que nos lembremos que tem um botão para desligar”

Isabel Paulo

Isabel Paulo

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Jornalista

Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

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Fotojornalista

Em Aveiro, nas comemorações dos 25 anos do Instituto de Telecomunicações, o norte-americano Martin Cooper recorda a longínqua data de 3 de abril de 1973, o dia em que fez a primeira ligação de um telefone sem fios.

Cooper já perdeu a conta às vezes em que contou a história do primeiro telefonema de um aparelho móvel do meio da 6ª Avenida, em Nova Iorque, mas não disfarça o prazer de a repetir. “Não, nunca esqueço esse dia”, diz, não só por perceber já então que acabava de criar uma invenção que iria mudar a vida das pessoas, mas também pelo gozo de esmagar a rival AT&T, a empresa tecnológica que inventara o telefone de automóvel.

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