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Aprender as sí-la-bas e a deixar de torcar os ‘pês’ pelos ‘tês'. Ou como ultrapassar a dislexia

ilustração joão melancia

Nem sempre os erros ortográficos se explicam pela falta de atenção. Ou a incapacidade de memorizar pela má concentração. A dislexia, cujo dia mundial se assinala esta terça-feira, é um distúrbio que afeta entre 5 e 10% da população mundial e que torna mais difícil aprender a ler e a escrever. Não tem cura, mas há remédio, como explicou ao Expresso o psicólogo Otávio Moura

Os sinais de alerta são detetáveis logo em idade pré-escolar, quando as rimas se revelam difíceis para uma criança ou as cores uma paleta complicada de memorizar. Mas os sintomas da dislexia dão mais nas vistas na altura de aprender a ler e escrever. Descodificar uma palavra torna-se um problema, a escrita não ultrapassa erros recorrentes e a leitura instala-se como um exercício de lentidão ou pouca fluência, indícios de que é preciso procurar ajuda.

No Dia Mundial da Dislexia, o psicólogo Otávio Moura, doutorado em neuropsicologia, aceitou falar com o Expresso sobre este distúrbio, explicando a importância do seu tratamento numa fase precoce .

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