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Até onde está a conseguir a esquerda puxar o Orçamento para 2018?

ilustração tiago pereira santos

Aumento da progressividade no IRS, com dois novos escalões, e aumento no patamar de isenções de pagar IRS, até aos 925 euros brutos por mês, são duas vitórias que BE e PCP se preparam para reclamar no Orçamento para 2018. Mas muitas das negociações em curso deverão ser adiadas para o último orçamento da legislatura, em 2019. Porque, como avisou Costa, “é preciso saber a medida do passo”.

A quatro dias da entrega do Orçamento do Estado para 2018, são ainda mais os dossiês que estão em aberto do que aqueles que já têm princípio de acordo entre o Governo e os parceiros da esquerda. O aumento da progressividade no IRS e expansão do universo de contribuintes isentos de pagar impostos sobre os rendimentos do trabalho são duas vitórias que bloquistas e comunistas se preparam para reclamar, num Orçamento que o executivo garante que manterá o rumo da reposição de rendimentos, inscrita no programa de Governo do PS e nos acordos assumidos em 2015 com BE, PCP e PEV.

Mas existem ainda muitas reivindicações por atender e que provavelmente só terão resposta do Governo no Orçamento de 2019. Porque, como disse Costa no último debate quinzenal, “é preciso saber a medida do passo” que se dá em cada medida, tendo em conta a necessária “prudência” em matéria de rigor e estabilidades nas contas pública. Um recado que tem leitura óbvia: muitas das negociações em curso deverão ser adiadas e a discussão à esquerda deverá prolongar-se até ao último orçamento da legislatura.

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