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Óscar Lopes, um brilho tão intenso quanto a sua simplicidade

ANTÓNIO PEDRO FERREIRA

João Semedo foi camarada de partido e médico pessoal do professor, linguista e ensaísta Óscar Lopes durante duas décadas. Na altura em que se assinala o centenário do nascimento do intelectual, Semedo conta, na primeira pessoa, como foi a sua relação com aquele que foi um “homem dos sete instrumentos” - como o refere o próprio título da exposição sobre Óscar Lopes patente na Torre do Tombo

Por João Semedo

Pede-me o Expresso um depoimento sobre Óscar Lopes. Encargo difícil. A sua dimensão humana, intelectual e política não cabe nos limites de qualquer escrito. Ainda assim, tentarei recordar algumas memórias de uma relação de muitos anos, que possam contribuir para um desenho da sua personalidade que outros completarão e ajudarão a construir.

Conheci pessoalmente Óscar Lopes em 1978, ano em que vim viver para o Porto. Fui seu camarada de partido desde essa data, ambos militantes e organizados no sector intelectual do Porto do PCP e, mais tarde, ambos membros do comité central.

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  • O Construtor de Sentidos

    Óscar Lopes, professor, ensaísta, linguista, coautor da mais célebre História da Literatura Portuguesa alguma vez publicada em Portugal, é homenageado na Torre do Tombo com uma exposição documental