Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Portugueses descobrem um tipo de stresse que faz recuar a malária

Maria Manuel Mota, líder da equipa do Instituto de Medicina Molecular (iMM) de Lisboa que fez a descoberta

Foto Alberto Frias

Stresse oxidativo, provocado por químicos ou por alterações na dieta, pode resultar numa redução de 90% do número de parasitas

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Chama-se “stresse oxidativo”, pode ser provocado por fármacos ou por alterações na dieta alimentar, e uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) de Lisboa, liderada por Maria Mota, descobriu que a suscetibilidade do hospedeiro (a pessoa infetada) para desenvolver a malária é drasticamente reduzida através deste processo de manipulação do metabolismo.

A progressão e o desfecho de uma doença infecciosa depende não só das característica do agente infeccioso agressivo que a causa, mas também das características genéticas do hospedeiro, que lhe permitem controlar de forma mais ou menos eficiente esse mesmo agente. As últimas descobertas científicas sugerem que há fatores externos à dicotomia hospedeiro-parasita, como os hábitos alimentares, que podem ter consequências no estabelecimento, curso e desfecho da infeção.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)