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Philippe Starck: o “amor a Portugal”, a criatividade como “doença mental” e a “vergonha” de ser designer

O designer francês Philippe Starck na Boca do Inferno, em Cascais

luís barra

Numa entrevista exclusiva para ler este sábado na Revista do Expresso, o designer mais famoso do mundo, que se mudou para Portugal há quatro anos, fala da humanidade dos portugueses, “o povo mais amável do mundo”, de como a criatividade é nele “uma doença mental”, e da “vergonha” que tem por fazer algo que não cria vidas, nem as salva

Nelson Marques

Nelson Marques

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Jornalista

Luís Barra

Luís Barra

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Fotojornalista

O encontro com o designer mais famoso do mundo (o segundo no espaço de uma semana) estava marcado para a Boca do Inferno, em Cascais. Uma semana antes, Philippe Starck recebera-nos em sua casa, que alugou à Condessa de Monte Real quando, há quatro anos, decidiu mudar-se com a família para Portugal.

Era a primeira grande entrevista a um jornal português desde então e as regras eram claras: 1h30 para conversa e fotos, porque havia um compromisso inadiável a seguir. O fotógrafo Luís Barra ficava com 20 minutos para fazer os retratos do imparável criador, que chega a tratar de “100 projetos por dia” e, não raras vezes, faz “uma volta ao mundo numa semana”, visitando mais de um país por dia.

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