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Há sete anos que os bancos não emprestavam tanto dinheiro às famílias para comprar casa

Novos empréstimos para habitação e consumo voltam a subir nos primeiros sete meses do ano

Foto Nuno Botelho

A banca nacional continua a abrir a torneira do crédito às famílias. Os novos empréstimos para habitação e consumo voltaram a subir nos primeiros sete meses do ano, registando os valores mais elevados desde 2010 e 2008, respetivamente. Mas, no caso da habitação, o volume de novos empréstimos ainda não é superior aos que vencem ou são amortizados

Os bancos estão a emprestar mais dinheiro às famílias para comprar casa e a juros mais baixos. As mais recentes estatísticas do Banco de Portugal (BdP), divulgadas esta terça-feira, mostram que a taxa de juro média atingiu mínimos históricos (1,59%) nas novas operações de empréstimos às famílias para comprar casa e que o volume de novos empréstimos totalizou 4.504 milhões de euros, o valor mais alto dos últimos sete anos. Para encontrar um valor mais elevado é preciso recuar a 2010, quando foram emprestados 6.141 milhões de euros.

Os dados — divulgados no mesmo dia em que o Instituto Nacional de Estatística (INE) mostra que a atualização das rendas em 2018 terá o maior aumento nos últimos cinco anos (1,12%) — refletem uma tendência de crescimento que se regista desde 2013, com saltos particularmente acentuados nos três últimos anos: 2017 (com um crescimento de 41,5% face ao ano anterior), 2016 (54,2%) e 2015 (63,5%). Uma realidade que não pode ser dissociada do dinamismo que o mercado imobiliário tem atravessado nos últimos anos, marcado pelo aumento das operações de compra e venda.

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