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CGTP ameaça: “Governo continua muito aquém dos compromissos”

Arménio Carlos já enviou ao Governo as suas propostas para o Orçamento do Estado para 2018

marcos borga

Reforma aos 65 anos, aumentos salariais anuais, 25 dias de férias e um horário de 35 horas semanais sem perda de direitos para todos os trabalhadores. Estas são algumas das reivindicações que a central sindical põe na mesa para 2018. Acha que é hora de Costa deixar de ser “tímido” nos progressos que faz

O Conselho Nacional da CGTP regressou de férias para aprovar um longo caderno de reivindicações que quer ver cumpridas já no próximo ano. O orgão máximo da central sindical não faz referência às negociações do Orçamento de Estado - que entraram em reta final no Parlamento - mas é nele, seguramente, que se pensa quando se analisa o documento.

São 20 páginas de “Política reivindicativa da CGTP-IN para 2018”, um texto aprovado na semana passada, e que passa a pente fino a lista de matérias que os sindicalistas querem ver tratados nos próximos tempos. O quadro está definido: a Intersindical reconhece que houve “avanços” na ação do Governo de António Costa, mas aproveita para referir que “os progressos são tímidos” no que respeita à recuperação de direitos e de rendimentos por parte dos trabalhadores.

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