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Contra tudo, contra todos, até quando?

Kim Jong-un aplaudido pelas chefias militares

d.r.

Até George W. Bush ter incluído a Coreia do Norte no Eixo do Mal, em 2002, o último regime comunista de linha dura pouco dava que falar. Mudanças eleitorais na Coreia do Sul puseram em causa a política de desanuviamento com a do Norte e entrou-se numa dinâmica de isolamento e provocação que pode acabar mal. Neste artigo, publicado originalmente na revista de 13 de abril de 2013, são dadas algumas pistas para compreender um regime opaco

A situação na Coreia lembra o interlúdio que passava nos primeiros tempos da RTP quando a emissão ia abaixo: pedimos desculpa por esta trégua, o conflito segue dentro de momentos. 60 anos depois, a Guerra da Coreia não só não está enterrada como, periodicamente, parece querer dar sinais de vida.

Estranha península esta, onde uma guerra devastadora de três anos (1950/53) ameaçou arrastar para um conflito nuclear soviéticos e americanos. Onde as armas se calaram sem ter havido tratado de paz. E onde uma linha traçada ao longo do paralelo 38 define uma zona desmilitarizada que só o é de nome: nem o Muro de Berlim tinha tantas torres de vigia, arame farpado e campos de minas.

Num território tão pequeno e tão povoado como a Coreia, há espaço para uma guerra que não degenere em minutos num genocídio total?

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