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Organizações que curam a cegueira nos países pobres ganham Prémio António Champalimaud

Bill Kendall, Julia Strong e o moçambicano Izidine Hassane, da organização Sightsavers, e Massimo Maggio e Babar Qureshi, da Christian Blind Mission (CBM), dirigentes das duas ONG premiadas pela Fundação Champalimaud fotografados esta terça-feira em Lisboa

foto Marcos Borga

Há 39 milhões de cegos em todo o mundo e 80% podem ser curados. Mas a maioria vive nos países pobres, onde há falta de recursos humanos, de infraestruturas e de meios financeiros para os tratar

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

O reconhecimento do trabalho desenvolvido por duas instituições internacionais durante décadas por organizarem e apoiarem a prevenção, tratamento e cura da cegueira em países pobres como o Nepal, Moçambique, Uganda, Etiópia ou Bangladesh, levou a Fundação Champalimaud a atribuir o Prémio António Champalimaud de Visão 2017 às Organizações Não Governamentais (ONG) Sightsavers e Christian Blind Mission (CBM).

O prémio, no valor de um milhão de euros, a distribuir pelas duas instituições, é considerado o maior do mundo na área da visão e ao fim da tarde desta terça-feira será entregue no Centro Champalimaud, em Lisboa, numa cerimónia presidida por Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, onde também participará Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud.

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