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Os oito capítulos que aproximam e afastam a esquerda no OE 2018

ilustração tiago pereira santos

Pensões, menos IRS, mais IRC e aumentos na Função Pública. O que aproxima e afasta Governo e os partidos de esquerda na distribuição de dinheiro para o próximo ano

Helena Pereira

Helena Pereira

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Editora de Política

“Fazer o que falta”. É com este espírito que os partidos de esquerda partiram para as negociações com o Governo sobre o Orçamento do Estado para 2018 e que estão centradas, fundamentalmente, na continuada reposição de rendimentos, através de mudanças no IRS e de progressões na Função Pública. PCP e BE fazem pressão enquanto o número 2 do Governo, Augusto Santos Silva, deixa o aviso: “Quem provocar uma crise política em Portugal vai pagar caro”. Mas o que é que está em causa?

Aumentos na Função Pública. Para quem?
Governo, PCP e BE estão de acordo que será em 2018 que se iniciará o descongelamento das carreiras da função pública. Mas falta entenderem-se sobre quais os funcionários públicos abrangidos e o ritmo dessa atualização. António Costa, em entrevista ao Expresso, deixou claro que apenas está disponível para desbloquear as progressões dos funcionários públicos que nos últimos anos não viram qualquer alteração no seu recibo de ordenado. Ora, isto pode deixar de lado alguns membros das forças de segurança, militares, elementos do Ministério das Finanças e médicos.

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