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Esquerda defende adicional ao IMI: “Falar de ataque à classe média é tomar os portugueses por parvos”

tiago miranda

Partidos que apoiam Governo lembram que não houve “ocultação” na lei que define que os casais donos de imóveis têm de entregar uma declaração conjunta para gozarem de isenção. Para o PCP, o adicional do IMI deveria ter “tributação mais elevada”

O PS, o Bloco de Esquerda e o PCP defenderam esta quinta-feira, em declarações ao Expresso, o adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que tem suscitado críticas da direita e propostas de eliminação da medida já no próximo Orçamento do Estado. Para os partidos de esquerda, é “inconcebível” que PSD e CDS queiram eliminar um imposto que traz “justiça fiscal”.

A discussão sobre o imposto, que está a ser cobrado pela primeira vez este ano, voltou esta semana, depois de milhares de casais terem sido surpreendidos com a notificação da Autoridade Tributária e Aduaneira para pagarem o adicional ao IMI. Tudo porque não entregaram dentro do prazo (de 1 de abril a 31 de maio) uma declaração de tributação conjunta que lhes permitiria ficar isentos de uma parte, ou mesmo do todo, do imposto que está a ser cobrado pela primeira vez este ano. Às Finanças têm chegado queixas de casais, casados ou em união de facto, que reclamam da falta de aviso do Ministério para a entrega da declaração.

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