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Azar bate à porta da Casa da Sorte e cria dívida milionária ao Estado

A Casa da Sorte fatura anualmente mais de 50 milhões de euros

Foto José Carlos Carvalho

A histórica empresa de lotarias acumulou dívidas ao fisco e à Segurança Social, num processo que tem como maior credor o Montepio. O passivo será reestruturado, com um administrador judicial a apoiar o novo presidente da Casa da Sorte, José Miguel Marques Mendes

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A dar sorte aos portugueses desde 1933.” Assim é o lema da Casa da Sorte, uma das mais antigas empresas nacionais de lotarias e outros jogos. Mas à beira de completar 84 anos de vida e com 22 lojas de norte a sul do país, a histórica sociedade vê-se tutelada por um administrador judicial, a braços com dívidas de mais de 35 milhões de euros, sendo quase quatro milhões ao Estado português.

A Casa da Sorte avançou a 10 de maio deste ano com um pedido de um processo especial de revitalização (PER), expediente ao dispor das empresas em dificuldades financeiras para tentarem gizar um plano de recuperação, que muitas vezes passa por acordar com os credores um período de carência e um pagamento das dívidas em dez ou mais anos.

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