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Agência do Medicamento inflacionará rendas no Porto

A cidade assume a candidatura nacional para acolhimento da Agência Europeia do Medicamento

Rui Duarte Silva

Rui Moreira reconhece o impacto da chegada de centenas de estrangeiros com elevado poder de compra, mas prefere sublinhar que o mercado funcionará

Caso o Porto vença a difícil corrida de obstáculos destinada a acolher a sede da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) colherá enormes benefícios, mas como nem tudo são rosas, não poderá deixar de contar com um forte impacto negativo no custo das rendas de casa, em particular no centro histórico.

A chegada de perto de 900 funcionários com mais de 600 crianças e respetivas famílias, num total de mais de duas mil pessoas com elevado poder de compra, desencadeará, inevitavelmente, uma pressão suplementar num mercado imobiliário já saturado e responsável pelo afastamento do centro da cidade de jovens casais ou de famílias que se revelam incapazes de acompanhar a constante subida dos custos da habitação.

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