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Pinto Monteiro, ex-PGR: “Não percebo por que razão a lista de mortos está em segredo de justiça”

Tiago Miranda

Antigo procurador-geral da República diz que “é curioso que o segredo de justiça seja violado todos os dias em Portugal”, mas que “já em relação a Pedrógão vai sendo respeitado”. Na entrevista publicada às 18h no Expresso Diário (antes de ser divulgada a lista das vítimas mortais), Pinto Monteiro tece ainda duras críticas ao “aproveitamento político miserável” em torno desta tragédia

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O anterior procurador-geral da República Fernando Pinto Monteiro, magistrado que exerceu o cargo entre 2006 e 2012, discorda da decisão de manter em segredo de Justiça a lista das vítimas mortais do incêndio em Pedrógão Grande. Pinto Monteiro acredita no entanto que “mais tarde ou mais cedo” a Procuradoria-Geral da República (PGR) vai tornar públicos os nomes de todas as pessoas que perderam a vida nas chamas, que tiveram início a 17 de junho e queimaram mais de 40 mil hectares em três concelhos (Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera)

Concorda com a decisão das autoridades manterem a lista das vítimas mortais em segredo do justiça?
Não percebo por que razão há segredo de justiça sobre a lista de mortes no incêndio em Pedrógão Grande. Não é nenhum segredo de Estado. Além disso, não há aparentemente a existência de um crime de incêndio.

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