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“Sou a primeira pessoa da nova geração com quem Marisa Monte trabalha”

Marisa Monte e Silva

Miguel Vassy

Aos 29 anos, Lúcio Silva de Souza, conhecido artisticamente como Silva, acaba de lançar o quinto álbum — um disco de versões da sua heroína Marisa Monte. O brasileiro levará essas e outras canções ao Super Bock Super Rock, neste sábado (Palco EDP, 18h40)

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Quando Marisa Monte lançou “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor”, em 2000, Lúcio tinha 12 anos. Filho mais novo de uma família “muito religiosa”, habituara-se à dieta musical da mãe, pianista e professora universitária. “A minha mãe é muito erudita e o meu tio também é pianista”, contou-nos numa entrevista em Lisboa, a propósito de “Silva canta Marisa”, o disco que lançou este ano. “Eu juntava essa formação erudita com a parte muito religiosa, muito protestante. Em casa ouvia os clássicos da música brasileira, como Tom Jobim, e música erudita para caramba”, ri.

“Bach o dia inteiro!” A chegada do disco em que Marisa Monte, então com 33 anos, gravou canções como ‘Amor I Love You’ apanhou Silva na transição para a adolescência. “Descobri-o na altura em que começamos a ouvir músicas sobre amor. Foi aí que fiquei bem romântico, a ouvir essas músicas! Era uma criança doce, bem quietinho – um menino bonzinho.”

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